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Blog da Gábi

De NY a 100 dias detox no Brasil

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Cultura Norte-Americana

Consertar sapato, uma péssima idéia

Ao menos aqui nos Estados Unidos. Muito caro, quase não compensa. Tenho duas botas que amo de paixão, trouxe-as do Brasil e, de tanto usar, vira e mexe preciso fazer alguns reparos. Porém nunca gastei mais do que 20 reais para dar uma colada na sola, arrumar o saltinho, polir, engraxar, enfim. 

Aqui perto de Irvington – Westchester area de NY – fui levar as mesmas botas em um sapateiro e ele cobrou 60 dólares apenas para arrumar uma sola e encaixar o zíper!

É sabido que esse tipo de serviço aqui nos Estados Unidos é muito caro, então calculem bem onde vão pisar, antes de saírem por aí estragando sapatos, como eu, rs.

Tradições de Natal

Foto: Gabriela Loschi

Duas coisas: Cantar em família e comer com amigos. Dois lugares: Em casa ou na rua. Duas tradições: A música e os cookies. Alguns americanos ainda comemoram o Natal com emoção e trazem de volta a magia afastada pelo consumismo delegado à época. Participei de uma festa de Natal para familiares e amigos na semana passada, onde todos, de maneira impressionante, cantaram juntos um coro afinado e emocionado.

Emocionada fiquei eu em compartilhar meu tempo com aquelas pessoas que por mais de uma hora se dedicaram uns aos outros, cololocando sentimento em forma de versos e estrofes. A compaixão e a alegria brilhava em cada olhar; lágrimas.

Hoje à noite saí às ruas com diversas famílias e suas crianças que, com instrumentos, letras e o coração nas mãos, paravam de casa em casa cantando aquelas mesmas músicas que ouvi semana passada. Senti isso como uma serenata natalina tão, mas tão linda! E descobri que é uma tradição bem antiga americana, seguida hoje em dia por aqueles que ainda buscam a união, recebidos por cookies e ponches. Até mesmo judeus tiveram suas casas invadidas pelas notas musicais do Natal; respeito e atenção.

Noite Feliz (Silent Night), Silver Bells, The first Noel… uma atrás da outras as canções nos lembram de que o Natal veio para comemorar o nascimento de quem lutou muito pela justiça, respeito e amor. Jesus Cristo não falou que brinquedos caros dariam às crianças felicidade. Mas hoje em dia sem eles, elas choram e fazem bico. E com eles, elas agradecem ao “Papai do céu”, o Noel, por ser tão bom e lembrar que elas existem. Fico imaginando o que não passa na cabeça daquelas crianças para as quais Papai Noel não existe, a não ser nos sonhos, na esperança, nos filmes.

Que inversão de valores foi essa que está acabando com o que ainda resta de uma época que deveria ser diferente do resto do ano? Uma ocasião em que poderíamos nos presentear e desacelerar, refletir…

Árvore do Rockfeller Center em NYC

Pra mim o importante é que essa festa cristã é uma data de resgate de valores principalmente em família. E isso independeria de crenças e credos. Então porque não entramos todos no clima e tentamos resgatar os valores que ainda restam, juntar a família que ainda existe, e querer bem aquele raro amigo que ainda tem tempo para ser nosso amigo? Será que já chegamos na total ausência do acreditar que é possível? Porque vou falar a verdade, semana que vem já é dia 25 e, apesar de estar morando em Nova Iorque, onde a neve e as luzinhas iludem a frieza, os únicos momentos em que eu realmente senti o clima no ar foram esses.  

Meu desejo para este Natal é que, apesar de todo o capitalismo envolvido, agravado pela correria diária que esfria as relações e não deixa espaço para sentimentalismo, as pessoas cultivem bons sentimentos em relação a tudo o que for possível, e que consigam reencontrar a paz, a humanidade, o sentido…

Não podendo postar o vídeo que fiz dos momentos citados, à pedido da minha família americana quando cheguei, achei um vídeo no Youtube de uma família cantando uma das músicas mais emocionantes, na minha opinião. Que lhe traga inspiração! Paz, amor and I wish you a Merry Christmas!

Você sabia que o mundo tem sete continentes?

Pois assim aprendem as crianças americanas na escola. Sim, o mundo é dividido entre Ásia, Europa, Austrália, África, América do Sul, América do Norte e Antártida, segundo eles. E tem mais: Essa divisão nasceu quando foi construído o Canal do Panamá. Ou seja, os Estados Unidos foram os responsáveis pela divisão da América entre “do Sul” e “do Norte”.

Aprendi isso durante minha aula de Inglês para o Toefl, aqui em Nova York. Meu professor, americano, durante uma sessão de “speaking”, corrigiu uma aluna quando a mesma disse que Austrália se tratava de uma ilha localizada no continente da Oceania. Austrália é um continente, afirmou ele, e assim é tratado no Toefl (um exame NORTE-AMERICANO, preciso salientar). Pronto. Estava dado início à polêmica. Foi então que ele nos contou dessa maneira como os estado-unidenses aprendem geografia na escola.

Chegando em casa, claro, fui verificar com o menino que eu cuido de 9 anos, que está na terceira série. Bingo! Cinco continentes? Nem pensar! Isso é coisa de Olimpíadas…

Confesso que fiquei muito curiosa (e até um pouco chocada), pois no Brasil sempre aprendemos que são cinco ou no máximo seis continentes, se a Antártida for incluída. Fui pesquisar mais sobre o assunto e descobri que essa questão é muito mais polêmica do que eu poderia imaginar.

O que significa a palavra continente? De acordo com a definição mais usada, baseada somente no aspecto físico, são “grandes extensões de terras emersas, limitadas e ilhadas pelas águas dos mares e oceanos”. Então se for assim o mundo só tem 4, que seriam: América, Eurafrásia (Europa + Ásia + África), Austrália e Antártida. As ilhas próximas à Austrália ficariam sem continente… Cade a Oceania? (para os americanos ela já não existe mesmo…).

Aí entra em campo outra definição, política, onde seriam seis: América, África, Ásia, Europa, Oceania e Antártida – nessa as ilhas e arquipélagos fazem parte do conjunto de países. Cinco então está mais para uma definição esportiva (de Olimpíadas mesmo) do que outra coisa.

Há ainda outras classificações, algumas em que Europa e Ásia aparecem como um único continente (a Eurásia), e a que leva em conta sete continentes mesmo, por respeitar critérios geológicos e sócio-culturais.

E é aí que entra a parte engraçada do negócio. Pesquisando em sites norte-americanos, quase todos eles apontam esta última como sendo uma “convenção mundial”, dividindo mesmo as Américas (do jeitinho que eles aprendem na escola). Raramente citam outros critérios, e quando o fazem, referem-se como sendo hipóteses levantadas em outras partes do mundo. Em Universidades reconhecidas, como a da Califórnia, geógrafos assumem a polêmica, no entanto preferem continuar dividindo as Américas em dois continentes. Alguns cientistas, como Martin W. Lewis e Kären E. Wigen, autores do livro “The Myth of Continents: A Critique of Metageography”, aceitam a hipótese de seis continentes, mas nesse caso, não são as Américas que estariam juntas em um só bloco continental, mas sim a Europa que entraria junto com a Ásia! O engraçado é que passeando por sites do mundo inteiro, a maioria do que pude perceber coloca o mundo com seis continentes, assim como fazemos no Brasil.

Bem, no Brasil o critério mais aceito (inclusive para o vestibular) é mesmo o dos seis continentes. Agora, cuidado se você for prestar o Toefl e tiver que responder alguma coisa do tipo, pois aqui, nos Estados Unidos, é muito séria essa divisão das Américas e isso fará você perder pontos. O que você pode fazer é citar que existe a polêmica pelo mundo a fora, ou deixar quieto e nem falar de continentes, falar apenas de países, se for possível. Assim evita de perder tempo e pontos.

Só pra completar, preciso dizer que, durante a aula em que isso veio à tona, todos, em negrito, os outros colegas (incluindo uma menina da França, um italiano, outros sul-americanos, uma mulher da Hungria, até uma japonesa, e obviamente todos os brasileiros) ficaram inconformados. Sim, todos eles aprenderam a América como um só continente. Não é que não exista a do Norte e a do Sul, mas é que em termos de geografia, elas seriam contadas como um só.

Enfim, pesquisei imagens em vários países e achei coisas interessantes… Olha só:

Mapa direcionado às crianças, vendido nos Estados Unidos
Mapa utilizado na Austrália
Livro de fotógrafo norte-americano
Mapa utilizado na Holanda
Projeção gráfica americana

 

 

 

 

 

 

Livro utilizado na aula de geografia nos Estados Unidos
Mapa utilizado na França
Autor norte-americano. Nem no esporte o mundo deixa de ter sete continentes…

 

E você, se lembra como aprendeu na escola?

E cinco meses se passaram…

Era uma vez uma menina que cresceu. Cresceu mas não parou de sonhar. Enquanto as dúvidas foram dando espaço para – cada vez mais – certezas, os medos se abriam para a realização. Aqui, agora, nessa vida. Enquanto há tempo.

Essa menina, que sempre amou escrever e, por isso, já mulher, virou jornalista, achou que não seria pouco se dar ao prazer de viver outro país. Inquietação antiga… sonho sendo deixado lá pra trás, até que ela de uma vez por todas assimilou que o tempo não volta. Nesse ponto um novo sonho começou. O sonho Au Pair. Coisa de adolescente? Não. Coisa de quem tem um propósito firme e não abre mão dele, mesmo que para isso tenha que sacrificar algumas coisas. Um sonho que, enfim, era acessível e perfeitamente viável!

—————————–

No dia 06 de julho de 2010, em meados dos meus 26 anos – o limite para participar desse programa – cheguei nos Estados Unidos, mais especificamente em Nova Iorque. Consegui vir parar exatamente onde eu queria. Para quem não sabe, Au Pair é uma palavra francesa que significa igualdade, pois teoricamente viramos parte da família, e não apenas a babá que cuida das crianças.

Cinco meses depois, ainda mais sendo época de Natal e fim de ano, aquele balanço básico se faz necessário. Sim, algumas verdades quebradas e aquela boa dose de construção… Gostaria de falar primeiro que, quando decidimos morar fora, cada um tem um propósito. E a nossa felicidade nesse país vai depender do quanto praticamos esse objetivo, ou do quanto o moldamos, por conta das experiências. Tem gente que vem pra viajar. Outros, pra estudar, seja Inglês ou qualquer coisa. Necessidade de conhecer outra cultura, de fugir, de aprender, ver… pessoas que estão “looking for something”. Conheci gente que veio também para casar, ou para viver o “american dream of life”. E aquela necessidade de diversão, de liberdade, de extravasar? Pois é.

No meu caso acho que foi um pouco de tudo isso – menos do casar, pois isso eu vou fazer no Brasil, rs. E preciso admitir que também nunca tive esse American Dream of Life, pois sempre quis mesmo era ir pra Europa ou pra Austrália, mas enfim, por “n” motivos vim parar aqui e me apaixonei! Mas, a essa altura da minha vida, posso afirmar que vim por motivos predominantemente profissionais. Inglês fluente faz parte dele, mas não só. Estudar e fazer o que for possível para crescer profissionalmente. Em tempo: Eu trabalhava (e era muito feliz) na AS3 Editora, que publica a Revista Trifatto e a POP3, em Piracicaba, interior de São Paulo, e pedi demissão, com dor no coração mas confiante. Também fazia freelas (a maldição do jornalista) para outros meios de comunicação, e estes, com muita boa vontade, continuo fazendo daqui. Só por isso já acho que minha vinda para cá foi a melhor coisa que eu fiz da minha vida. Digo muita boa vontade pois trabalho 45 horas por semana cuidando de 3 crianças de 4, 6 e 9 anos (leia-se muuuito trabalho!), alguns finais de semana também, estudo à noite e ainda preciso arrumar tempo para fazer amizades, conhecer culturas, lugares, situações, viajar, ler, sair, me divertir, estudar mais e mais, falar com família e amigos no Brasil, assistir filmes, jantar com a família americana, fazer outras “prezas” com eles, comprar, escrever, fotografar, comer, cuidar de mim e… ufa! Quem é Au Pair sabe o quanto conciliar todos os afazeres do dia a dia é difícil. E como é!!!

Mas a gente consegue, viu!!???

Nessas horas passamos a dar ainda mais valor ao tempo. O lado pessoal aqui faz a gente pirar às vezes e rapaz, como é importante estarmos bem! Morar no seu local de trabalho não é, como toda Au Pair sabe bem, nada fácil e lidar com outras culturas, ao mesmo tempo em que é fascinante, é bem complicado.

Nesses 5 meses tive altos e baixos, mas, graças a Deus, muito mais altos do que baixos. Considero essa experiência positivíssima e aconselho do fundo do meu coração que todos venham, mas venham preparados, focados, abertos, sem medo de ser feliz. Nesse tempo eu…

SENTI …

– Amor pela minha família americana, sentimento de pertencer a eles, momentos felizes / Raiva, vontade de sumir, sentimento de estar sendo usada e de ser apenas uma babá;

– Estresse com meus hosts por causa de schedule, onde reaprendi (sempre!) o valor de uma boa conversa – e por isso eu aconselho a todos que estão vindo conversarem muito bem antes sobre tudo, para depois não sentirem que estão sendo injustiçados;

– Gratidão pelos meus hosts por me ouvirem, por serem flexíveis com horários, por terem se mostrado humanos!

– Saco cheio da criançada / saudade deles!

– Um calor da Bahia de mais de 40 graus / um frio do cão, de – 3 graus;

– Muita vontade de ir embora / Vontade de nunca mais ir embora;

– Que nasci para morar aqui pra sempre / Que nasci brasileira e sou Brasil até o fim hehehe;

– Amor e estranhamento pela cultura americana;

– Aceitação a outras formas de pensar e viver / Decepção com outras formas de pensar e viver;

– Amizades / Solidão;

– Saudade / Indiferença;

APRENDI …

– Que esse estereótipo de americano gordo que come bacon e ovos no café da manhã definitivamente não se encaixa para a região que eu vivo aqui em Nova Iorque. Aqui é todo mundo light;

– A comer um cupcake ao invés de uma coxinha ou um pão de queijo no posto de conveniência;

– A não colocar nem uma meia sequer na secadora, após lavar as roupas, se não quiser que meus pertences encolham;

– Que estar homesick é normal, e, como todos dizem, passa;

– Que muitas vezes temos que fazer as coisas sozinhas, se não quisermos deixar de fazer o que queremos;

– Mas que uma (boa, e não qualquer) companhia é importante e nos ajuda a seguir em frente felizes;

– A ter mais paciência do que eu poderia imaginar que tivesse;

– A respirar fundo, contar até 3 e focar nos meus objetivos;

– Que tem pessoas que, apesar de estarem fazendo um intercâmbio cultural, preferem se fechar nos seus conceitos e visões. Outras, se abrem para o novo, para o diferente, e estas sim vivem, aprendem, crescem e amadurecem!

CONHECI…

– Au Pairs e viajantes de tudo quanto é país – México, Alemanha, Israel, França, Itália, Canadá, China, Tailândia, Austrália, Egito, Japão, Peru, Argentina, Bolívia, etc, etc, etc…

– Pessoas especialíssimas, interessantes / Pessoas falsas, pequenas;

– Boston, Cape Cod, Long Island, New Jersey, New York, San Francisco, Niagara Falls, Philadelphia, sim, just em 5 meses;

– O limite para aceitar pessoas com princípios diferentes;

– Baladas, pubs, museus, eventos, parques e mais parques, folhas caindo e mudando de cor;

– Os melhores outlets, lojas e ruas para compras;

– Restaurantes brasileiros, americanos, mexicanos e chineses;

– E, nesse meu aniversário de 5 meses conheci uma coisa que me acompanhará por meses… Neve! Sim, acordei hoje e estavam caindo flocos e flocos de neve pela janela, a coisa mais linda! Emocionante… Minha primeira vez, sim senhor. Posso falar que era um sonho, vamos ver até quando vou curtir.

E é isso aí, de pouco em pouco a vida aqui vai tomando forma… O negócio é correr atrás sem perder tempo, mas sem deixar de viver e aprender. Sinto que foram 5 meses bem vividos, mas que ainda preciso de muito mais para conseguir colocar tudo o que quero em prática. Em janeiro vou realizar mais um sonho, esse de infância, que é a Disney, rsrsrs. E em fevereiro terei minha primeira semana de férias, já comecei a pesquisar.

Desculpe, se é que alguém leu até aqui, pelo post grande. Ainda não contei nada, rsrs, tem muito assunto pra manga, quem vive ou já viveu em outro país sabe bem…

Que Deus abençoe a todos!

The best teacher ever

O nome dele é Eric Arbogast. Mais de 20 anos lecionando apaixonadamente English Preparation for the Toefl Exam, no Westchester Community College (NY) e outros tantos trabalhando na empresa que aplica a prova de atestado à fluência de Inglês americano. Não é porque meu pai é professor, minhas duas tias, e até minha mãe já foi, que eu estou fazendo esse post pra homenagear esse mestre. É porque o cara manja mesmo!

E também porque poucas vezes encontro pelo caminho pessoas assim tão iluminadas, que essencialmente gostam de ajudar e de entender seus iguais, além de estar prestando um belíssimo trabalho. Paciente. Como um professor deve ser, mas, acima de tudo, humano! Disposto a levar para casa nossa homework e extra works, mas também nossa conversa mais genuína. Sim, não estou exagerando, ele marcou pelo seu ensino esperto, inteligente e pela sua humildade! Pela sua amizade…

A aula é muito boa, prepara adequadamente para o Toefl, mas também ensina gramática, com dicas e discussões bem avançadas de Inglês. É um curso super completo, com listening puxado, writting, reading e speaking. Segundo ele próprio, é o curso mais forte de idioma dessa escola. E eu, como acabei de terminá-lo, posso afirmar que meu Inglês sofreu grandes progressos. Fiquei muito satisfeita, assim como toda a classe. E por sinal, ontem tivemos um banquete de último dia com diversas nacionalidades.

Meu bolo de cenoura brasileiro, um tiramisu italiano, um sushi bem diferente japonês, cupcakes americanos, quiche francês, uma bebida trazida por Eric, típica americana, em especial nessa época de Thanksgiving e Natal. Chama-se Eggnog. Sim, vai ovos, rsrs, no início também fiquei meio assim, mas depois achei que lembra licor e deu vontade de tomar com rum.

Enfim, fica aí a dica do curso para quem mora ou vai morar aqui nessa região Westchester de NY, e aproveite para pensar: De todas as pessoas que conhecemos pela vida, quais são aquelas que realmente nos deixaram coisas boas? Acho que deveríamos sempre homenageá-las, ainda mais se tratando de um professor, quando desempenha seu trabalho com amor, dignidade e excelência.

Não tenho como terminar esse post sem lembrar do meu pai, meu mestre, minha vida, meu tudo. Um profissional excelente, pessoa exemplar, bem rara hoje em dia, fiel a seus princípios, digno. Muita saudade… Te amo!

Como uma típica classe de Inglês nos Estados Unidos, aí tem um monte de brasileiras, rsrsrs, mas tem também Itália, França, Japão, Equador, Hungria, Peru e, vixe... tantas outras que preciso ir me recordando para colocar todas aqui!

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